Olá!
Muito obrigada pela visita à minha galeria online.
Aqui, reúno diversas séries de fotografia em diferentes acabamentos, com imagens disponíveis em três tipos de impressão:
As fotografias fine art em papel Hahnemühle, 100% algodão, representam o mais alto padrão de qualidade: possuem textura especial, altíssima fidelidade de cores e longa durabilidade, sendo indicadas para quem aprecia um acabamento impecável e deseja uma obra pensada para atravessar gerações.
O canvas Canson é impresso em tecido, dispensa vidro na moldura e oferece uma leitura mais pictórica da fotografia, funcionando muito bem em ambientes contemporâneos.
Já o papel fotográfico, utilizado na Feira de Fotos, reúne imagens do meu arquivo impressas em papel fotográfico Fuji, como se fazia antigamente. Diferente das fine art, essas fotografias têm outra proposta: não possuem a mesma durabilidade das outras opções, dispensam molduras museológicas e se limitam ao tamanho máximo de 30 × 45 cm, sendo uma opção mais acessível para quem deseja viver com arte no dia a dia.
Qualquer dúvida, é só me chamar no whatsapp.
Boas compras :)
Mar
Essas fotos dizem respeito à uma paixão imensa: o mar.
Elas foram feitas ao longo de quinze anos, em diferentes lugares do mundo. No começo eu fotografava o mar estando em terra firme, mas de uns anos para cá me aproximei mais do mar e passei a fotografá-lo flutuando, em veleiros onde trabalhei e fiz travessias.
Aqui você encontra imagens que refletem a beleza do oceano em constante transformação.
*todas as fotos desta sessão são impressas em Fine Art em papel de algodão Hahnemühle
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Florestas
É no entrelaçar oculto de suas raízes que reside a força que mantém as árvores mais altas do mundo de pé. Unidas sob a terra, elas compartilham nutrientes, vida e resiliência, provando que nenhuma grandeza é solitária. As árvores, em sua comunhão invisível, sustentam o equilíbrio do planeta, filtrando o ar, abrigando vidas, e nos lembrando que toda existência é tecida em redes de interdependência. Elas são o sopro vital que nos une à terra, ao céu e ao mistério de estar vivo.
Baleias
Conhecidas por sua graciosidade e presença majestosa, as jubartes simbolizam conexão, renovação e profundidade emocional em várias culturas. Para os havaianos, elas são frequentemente vistas como guardiãs espirituais e representantes do equilíbrio entre os mundos aquático e terrestre. Ao capturar essas imagens, seja em um salto dramático ou em um momento de tranquilidade, busquei transmitir não apenas a beleza física das baleias, mas também sua conexão com o mistério e a grandiosidade do oceano.
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Cavalos
Os cavalos carregam no corpo uma memória antiga do mundo. Dormem em pé, como quem nunca baixa totalmente a guarda, e sentem o coração humano antes mesmo de qualquer palavra. Seus olhos, posicionados nas laterais da cabeça, enxergam quase tudo ao redor — como se fossem feitos para perceber o invisível e pressentir mudanças no ar. São capazes de reconhecer emoções, distinguir passos conhecidos à distância e criar laços profundos com quem os trata com presença e respeito. Quando correm, não fogem: atravessam o espaço com uma elegância que mistura força e delicadeza, lembrando que potência não precisa ser rude. Talvez sejam tão especiais porque vivem nesse equilíbrio raro entre instinto e sensibilidade, entre liberdade e escuta, ensinando silenciosamente que a verdadeira conexão não se impõe — se sente.
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Montanhas, Rochas e Vulcões
O Antelope Canyon está localizado em terras pertencentes ao território LeChee da Nação Navajo e é um símbolo das dádivas da Mãe Natureza e da passagem do tempo.
Para os havaianos, o Haleakalā é muito mais que um vulcão adormecido; é um lugar sagrado, repleto de mana, a energia espiritual que conecta todas as coisas.
Essa sensação, de que as pedras, montanhas e rochas carregam milhares de anos em sua matéria, me invade toda vez que admiro uma paisagem ou caminho por montanhas. Aqui selecionei algumas que me tocaram especialmente. E ao clicar nas imagens você terá mais informações sobre esses lugares sagrados.
*todas as fotos desta sessão são impressas em Fine Art em papel de algodão Hahnemühle
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Yawanawás
Em 2018 e 2019 estive em duas aldeias do povo Yawanawá, no Acre. No primeiro ano fotografei e filmei o "Festival do Mariri" que simboliza, entre várias coisas, o renascimento cultural e espiritual desse povo que, durante sete dias, com muita alegria, celebra a vida e os espíritos da floresta, todos os anos.
Aqui vocês encontram algumas fotos desse povo tão inspirador, cuja contribuição para o mundo é gigante. Eles sãos os verdadeiros guardiões da Floresta Amazônica. Ao adquirir uma fotografia nesta sessão, você contribui também para uma causa sócio ambiental, pois 20% do valor de cada foto é doado para uma familia indígena.
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Como é... não estar mais aqui
As imagens de ambientes lúgubres e deteriorados, assim como de objetos deixados para trás não se sabe por quem, apresentam ruídos e falhas que tornam visível a ação discreta e incessante do tempo sobre todas as coisas, invariavelmente.
Papéis espalhados pelo chão,uma fotografia fixada na parede, almofadas e cobertores cobertos de pó, que em outro tempo formaram um leito. Panelas que esquentaram refeições acompanhadas por garrafas de bebidas, agora vazias. Corredores livres para a passagem de ar e portas abertas aparentemente para ninguém, configuram um grande vazio.
Ninguém vive ou existe imune à ação do tempo. E nada desaparece por completo. O que exatamente permanece em cada lugar e em cada coisa depois que as pessoas se vão? Como podem as coisas guardarem tantas memórias de tantas vidas?
Como é... não estar mais aqui?
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Feira de Fotos
Esta loja nasceu, inicialmente, com a proposta de oferecer apenas fotografias fine art, impressas em papel 100% algodão, com tintas minerais e acabamento de altíssima qualidade — pensadas para durar por muitas décadas.
No entanto, esse tipo de impressão envolve materiais e processos mais caros, o que acaba tornando essas obras acessíveis a um público mais restrito. E, por mais que eu deseje sempre o melhor acabamento, também acredito que mais pessoas deveriam poder viver com fotografia em casa. Uma casa com arte é outra casa.
A Feira de Fotos surge a partir desse desejo — e de muitos pedidos. Aqui, disponibilizo imagens do meu arquivo impressas em papel fotográfico Fuji, como se fazia antigamente. Diferente das fine art, essas fotografias têm outra proposta: não possuem a mesma durabilidade, dispensam molduras museológicas e se limitam ao tamanho máximo de 30 × 45 cm.
São imagens para quem quer levar arte para o dia a dia, com mais simplicidade e um investimento menor, mas ainda assim, belíssimas
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